O mundo não é uma fotocopiadora gigante.

O mundo não é uma fotocopiadora gigante.

As pessoas têm vindo a perder a essência.

O mundo tem-se transformado, aos poucos, numa fotocopiadora gigante. Um local composto por uma sociedade regrada, com padrões definidos sobre o que é ou não aceite. Lentamente começamos todos a perder a essência – ou quase todos.

As pessoas vestem-se todas da mesma maneira. Falam todas da mesma maneira. Agem todas da mesma maneira. Já não há prazer em ser-se autentico, em marcar pela diferença, em construir uma imagem própria, de marca. Aos poucos tudo é padronizado. E o pior? Os poucos pontos coloridos, num espectro entre o branco e o preto, são olhados de lado.

As pessoas já não aprendem nada. Limitam-se a seguir o que lhes mandam fazer. Onde vai a originalidade de cada um? Onde fica a nossa marca única e individual no mundo? E porque é que toda a gente acha que pode opinar e definir comportamentos para o resto das pessoas?

Faz alguma coisa hoje que amanhã possas agradecer.

No último ano senti que tinha crescido bastante. Aprendi a diferenciar-me do meio da multidão. Mas isso incomoda muita gente.

Aprendi que só faz falta quem está. E que se as pessoas te criticam só porque te estás a encontrar, elas não são dignas de andar na tua vida. Aprendi que ser curiosa é bom. Que devemos questionar o que nos é imposto. Por favor! Ando farta de ver pessoas que comem tudo o que lhes dão só porque alguém lhes diz que é verdade! (E pessoas que partilham tudo o que há na internet sem um mínimo esforço por procurar a veracidade das informações também me enjoam bastante). Aprendi a gostar de questionar tudo, de procurar informações, de estudar e pesquisar sobre os variados temas. E isso levou-me a adquirir informações e conhecimentos que se tornaram úteis na minha vida.

Aprendi que as decisões somos nós que as tomamos. E nesse sentido somos nós que temos que arcar com as consequências. Já falei nas 22 coisas que aprendi aos 22 anos:  São só vocês que vivem a vossa vida e as outras pessoas não sofrem as consequências das vossas escolhas por isso, não levem isso em conta. E cansei-me – e continuo a cansar-me – de pessoas que acham que podem mandar opiniões sobre a minha vida só porque o caminho que eu escolho não é o mesmo que elas escolheriam. Se eu quiser opiniões, eu peço uma pizza.

Aprendi a conhecer-me e, mais importante ainda, a aceitar-me. 

Então pega nas malas e vai descobrir-te!

O que é que vos torna diferentes? O que é que gostam de fazer, usar, comer, o que quer que seja, que as outras pessoas acham estranho? Quais são as vossas caracteristicas únicas? O que é que vos faz ter orgulho em vocês? E o que é que gostam menos e se pudessem mudariam?

 

Partilhem tudo comigo!

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raquelabel

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